30
dez
08

Brasil, um País de Todos ( digo, de Novelas ) – "A FAVORITA" faz o Brasil parar.

Nota: No Brasil, tudo é novela. Tudo acontece hoje em dia, antes ou depois dessa novela “A Favorita” que o país para pra assistir. Aguardo alguns comentários ( claro, depois da novela )…

da Folha Online

No ar desde o dia 2 de junho, “A Favorita”, atual novela das 20h da Globo, teve seu início marcado por polêmicas e uma significativa baixa audiência.

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Patricia Pillar e Claudia Raia em "A Favorita"
Patrícia Pillar e Claudia Raia como as protagonistas de “A Favorita”

A trama começou sem deixar claro ao espectador quem era a verdadeira vilã da história: Donatela (Claudia Raia) ou Flora (Patrícia Pillar).

As duas personagens nasceram pobres, cresceram juntas e até mesmo formaram uma dupla sertaneja durante a juventude. Namoraram, casaram e continuaram amigas até que uma delas –hoje sabe-se que foi Flora –matou Marcelo, marido de Donatela e amante de Flora, que na época do crime estava grávida.

Flora foi acusada pelo assassinato e passou 18 anos presa. Saiu da cadeia disposta a conquistar a confiança da filha, Lara (Mariana Ximenes) e se vingar de Donatela.

Pior estréia da década

“A Favorita” estreou com média de 35 pontos no Ibope da Grande São Paulo, conquistando a desanimadora marca de pior estréia da década para uma novela das 20h na Globo.

Divulgação
Ator Carmo Dalla Vecchia como Zé Bob em "A Favorita"
Ator Carmo Dalla Vecchia interpreta o jornalista Zé Bob em “A Favorita”

O capítulo inaugural teve sua audiência prejudicada pela concorrência com a Record, que antecipou o último capítulo da novela “Caminhos do Coração”.

A audiência do folhetim só começou a subir duas semanas após sua estréia, quando registrou uma média de 40 pontos. Mesmo assim, “A Favorita” amargou o pior mês de estréia de uma novela das 20h da emissora em todos os tempos.

Reviravolta

Foi preciso uma transformação entre os mocinhos e vilões da trama para que “A Favorita” deslanchasse sua audiência. No início de agosto, a Globo exibiu o capítulo que revelou Flora como a verdadeira assassina de Marcelo. Antecipar o desfecho do mistério foi uma das estratégias da emissora para esquentar o ibope da novela.

No final do capítulo, que foi ao ar dia 5 de agosto, Flora assumiu de vez a figura de vilã e matou o médico Salvatore (Walmor Chagas) para impedir que ele inocentasse Donatela em depoimento. O episódio rendeu um recorde de audiência para novela, que alcançou 46 pontos de ibope.

Fabrício Mota/Tv Globo
Patricia Pillar na pele na grande vila de "A Favorita", Flora; entre os crimes atribuidos à personagem está a morte de Gonçalo
Patrícia Pillar na pele na grande vila de “A Favorita”, Flora; entre os crimes atribuídos à personagem está a morte de Gonçalo

Depois de experimentar a boa aceitação do público, o roteiro de “A Favorita” insistiu em surpresas e reviravoltas. Donatela foi presa, trocou de identidade com Diva (Giulia Gam) e foi considerada morta. Fugiu da prisão, compareceu a seu próprio enterro e decidiu se reaproximar do seu amado Zé Bob (Carmo Dalla Vecchia).

Aos poucos, Flora foi conquistando terreno na casa dos Fontini –família de Marcelo– e Zé Bob e Donatella passaram o tempo em busca de aliados a desmascará-la.

Paternidade

Não bastasse a mudança de vilã, o roteiro de “A Favorita” também alterou o nome do herdeiro da fortuna dos Fontini. Halley, até então filho de uma cafetina, descobriu que é o verdadeiro filho de Donatela com Marcelo –seqüestrado ainda bebê. Lara, por sua vez, é fruto do relacionamento de Flora com Dodi (Murilo Benício).

O capítulo que mostrou a descoberta de Gonçalo de que era avô de Halley rendeu ao folhetim um novo recorde, dessa vez com média de 47 pontos de audiência.

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Lilia Cabral como Catarina, sua personagem em "A Favorita"
Lilia Cabral como Catarina, sua personagem em “A Favorita”

Mas quando tudo parecia correr na direção certa, com Flora prestes a ser desmascarada por Gonçalo Fontini (Mauro Mendonça), a vilã tratou de se livrar de seu inimigo.

Traição e preconceito

Outras histórias que renderam comentários e audiência para “A Favorita” foram o caso de Dedina (Helena Ranaldi) com Damião (Malvino Salvador). Ela, mulher do prefeito de Triunfo, foi flagrada enquanto se relacionava com o melhor amigo do marido.

Na mesma cidadezinha, outra polêmica gira em torno de Stela, dona de um restaurante na cidade. Homossexual assumida, a personagem interpretada por Paula Burlamaqui precisa agüentar os boatos e preconceitos a respeito de sua orientação sexual.

O relacionamento de Stela com Catarina (Lilia Cabral) ainda é hipótese para o público de “A Favorita”, que teme por uma nova revelação.

Fonte: Folha On-Line

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